
Eras tu que vinhas
Quando olhava
O horizonte.
Eras tu que vinhas
E tu que desaparecias.
Nesses momentos,
O horizonte
Parecia perto,
Parecia estar ali mesmo,
Onde tu me esperas,
Onde eu ia ao
Teu encontro.
Aproximando-me
Queria fugir
Para longe,
Onde o mundo
Não nos cruzasse,
Onde o mundo
Não nos permitisse
Conhecer um ao outro,
Onde o mundo
Não me prendesse.
Mas olhavas o horizonte
Como se estivesses
Sempre à espera
De algo,
De uma resposta,
De um sentimento
Que eu não consentia.
Mas esperavas-me
No horizonte,
Onde o sol se despedia
Do dia
E onde a lua abraçava
A noite.
Onde dizias que
Os nossos corpos
Se deviam juntar.
Ali no horizonte,
Encontramo-nos
E despedimo-nos
Muitas vezes
Sem fim.
Ali no horizonte
Ficou alguém,
À espera.
Quando olhava
O horizonte.
Eras tu que vinhas
E tu que desaparecias.
Nesses momentos,
O horizonte
Parecia perto,
Parecia estar ali mesmo,
Onde tu me esperas,
Onde eu ia ao
Teu encontro.
Aproximando-me
Queria fugir
Para longe,
Onde o mundo
Não nos cruzasse,
Onde o mundo
Não nos permitisse
Conhecer um ao outro,
Onde o mundo
Não me prendesse.
Mas olhavas o horizonte
Como se estivesses
Sempre à espera
De algo,
De uma resposta,
De um sentimento
Que eu não consentia.
Mas esperavas-me
No horizonte,
Onde o sol se despedia
Do dia
E onde a lua abraçava
A noite.
Onde dizias que
Os nossos corpos
Se deviam juntar.
Ali no horizonte,
Encontramo-nos
E despedimo-nos
Muitas vezes
Sem fim.
Ali no horizonte
Ficou alguém,
À espera.
*
poema e photo de natalie
poema e photo de natalie
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[Olá!! Aqui está um calor endiabrado, e eu com
um bronze que nem vos conto! :P Tou muito
bem-disposta e daqui vai um beijinho
até aí (a todos) ... e ainda em exames...]


















